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Carateristicas do
sono |
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REM |
NREM |
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Alta frequencia e
baixa amplitude |
Baixa frequência e
alta amplitude |
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Consumo de O2 alto |
Baixo |
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Predominância do sist.
parasimpatico |
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Redução da frequecia
cárdica e respiratória |
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75%-80% do sono no
jovem adulto |
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Iniciado por neurónios
colinérgicos |
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Encerrado por
neurónios noradrenérgicos |
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·
Transtorno comportamentais do sono é a atonia
durante o sono REM é pedida.
Não confundir Transtorno
Comportamental do sono REM com sonambulismo. Este é um tipo de Transtorno do
Despertar Parcial, no qual algumas pessoas predispostas geneticamente ou por
fatores endógenos desconhecidos, acordam parcialmente durante a fase IV do sono
não REM, e num estado intermediário entre sono e vigÃlia levantam, saem pela
casa, manipulam objetos ou até mesmo saem para a rua. Se acordadas durante o
episódio ou no dia seguinte não se lembram de nada nem fazem referência a
sonhos, como ocorre no Distúrbio Comportamental do Sono REM. Além do mais,
os distúrbios do sono REM predominam na metade final do perÃodo de sono e o
sonambulismo nas primeiras horas.
Sistema Reticular
A serotonina liberada no diencéfalo
e no prosencéfalo quase certamente desempenha papel inibitório essencial para a
indução do sono normal.
As e fibras histaminérgicas do
núcleo tuberomamilar do hipotálamo posterior, e sem passar pelo tálamo, este
ramo dirige se diretamente ao córtex, sobre o qual tem ação ativadora.
A formação retucular faz coneccoes
com muitas áreas, para aem de receber impulso provenientes dos nervos
cranianos, com cérebro (via talâmica e extratalamica), com cerebelo, com a
medula ( através de duas fibras, rafe-espinas e tratos reticuloespinais), com
diencéfalo.
Funções da formação reticular
controle da atividade
elétrica cortical. Ciclo vigÃlia e sono;
controle eferente da
sensibilidade e da dor;
A atenção seletiva é um
fenômeno que pode ocorrer simultaneamente a outro denominado habituação, quando
deixamos de perceber estÃmulos apresentados continuamente.
controle da motricidade
somática e postura;
controle do sistema
nervoso autônomo;
controle neuroendócrino;
integração de reflexos.
Centro respiratório e vasomotor.
funcionam como centros
integradores de reflexos em que os impulsos aferentes dão origem a sequências
motoras complicadas
Escala De Coma De
Glasgow
A Escala de Coma
de Glasgow (ECG) foi criada em 1974, na Universidade de Glasgow na Escócia, e
até hoje representa uma das ferramentas de monitorização neurológica mais
utilizadas no mundo. A escala combina os principais indicadores-chave de
gravidade de uma lesão neurológica de uma forma simples, e visa avaliar o nÃvel
de consciência dos pacientes de maneira prática e confiável, além de possuir as
vantagens de fácil aplicação e reprodutibilidade.
No entanto,
possui limitações na análise da resposta verbal em pacientes sedados, com
distúrbios de linguagem e em ventilação mecânica.
Escala de coma de glasgow original
Na escala
original, a análise da gravidade do comprometimento neurológico era baseada em
três critérios:
·
Abertura
ocular
·
Resposta
verbal
·
Resposta
motora
Os quais são
pontuados individualmente e sua soma varia de 03 a 15, caracterizando o
paciente com lesão leve, moderada ou grave (ver adiante). Em 2018, houve uma
atualização com a inclusão da avaliação da reatividade pupilar, podendo agora variar de 01 a 15.
Além disso, algumas nomenclaturas foram alteradas para simplificar sua
aplicação.
Portanto, hoje
utilizamos quatro indicadores para avaliar o nÃvel de consciência do paciente:
·
Abertura ocular;
·
Resposta verbal;
·
Melhor resposta motora;
·
Reatividade pupilar.
Escala de coma de glasgow: abertura ocular
|
CRITÉRIO |
CLASSIFICAÇÃO |
PONTUAÇÃO |
|
Olhos abertos
previamente à estimulação. |
Espontânea |
4 |
|
Abertura ocular
após ordem em tom de voz normal ou em voz alta. |
Ao som |
3 |
|
À resposta dolorosa |
À pressão |
2 |
|
Nenhuma resposta |
Ausente |
1 |
A abertura ocular
refere-se à resposta do paciente à estimulação visual ou ao ambiente. Existem
quatro categorias principais para pontuar a abertura ocular na Escala de Glasgow:
Esses pontos são
então somados com as pontuações dos outros dois aspectos (resposta verbal e
resposta motora) para determinar a pontuação total na Escala de Coma de
Glasgow.
Resposta verbal
Na Escala de Coma
de Glasgow (GCS), a resposta verbal é um dos três componentes avaliados para
medir o nÃvel de consciência de uma pessoa que sofreu uma lesão cerebral. Essa
parte da escala avalia a capacidade do paciente de se comunicar verbalmente.
Existem cinco
categorias principais para pontuar a resposta verbal:
|
CRITÉRIO |
CLASSIFICAÇÃO |
PONTUAÇÃO |
|
Resposta
adequada relativamente ao nome, local e data. |
Orientada |
5 |
|
Resposta não
orientada, mas comunicação coerente. |
Confusa |
4 |
|
Palavras inapropriadas |
Palavras |
3 |
|
Sons ininteligÃveis |
Sons |
2 |
|
Nenhuma resposta |
Ausente |
1 |
|
CRITÉRIO |
CLASSIFICAÇÃO |
PONTUAÇÃO |
|
Obedece
comandos |
A |
6 |
|
Responde
à dor local |
Localizadora |
5 |
|
Retirada
à dor |
Flexão
normal |
4 |
|
Apresenta uma resposta de flexão
anormal a estÃmulos dolorosos |
Flexão
anormal |
3 |
|
Resposta de extensão anormal a
estÃmulos dolorosos |
Extensão
anormal |
2 |
|
Nenhuma resposta motora,
independentemente do estÃmulo. |
Ausente |
1 |
Resposta motora
A resposta motora
é um dos três componentes utilizados para avaliar o nÃvel de consciência em uma
pessoa que sofreu uma lesão cerebral.
Essa parte da
escala analisa a resposta do paciente a estÃmulos motores especÃficos. Existem seis categorias principais
para pontuar a resposta motora:
Avaliação
da reatividade pupilar
A avaliação da reatividade
pupilar é uma parte importante do exame neurológico e é frequentemente
realizada para avaliar a função do sistema nervoso autônomo e a integridade
cerebral.
A avaliação da
reatividade pupilar geralmente envolve a exposição da luz diretamente nas
pupilas e a observação da resposta das pupilas a essa luz.
|
CLASSIFICAÇÃO |
PONTUAÇÃO |
|
Bilateral |
0 |
|
Unilateral |
-1 |
|
Inexistente |
-2 |
Pontuação e grau de lesão
Após avaliação e
pontuação de todos os critérios,
a fórmula aplicada é:
·
Pontuação final = Abertura
ocular [1 a 4] + Resposta verbal [1 a
5] + Resposta motora [1 a 6] – Reatividade Pupilar [0 a 2]
Grau de lesão de
acordo com a pontuação:
·
Entre
13 e 15 – LEVE;
·
Entre
9 e 12– MODERADA;
·
Entre
3 e 8 –GRAVE;
·
Menor
que 3 – COMA;
É importante
lembrar que a Escala de Coma de Glasgow ≤ 8 é indicativo de intubação
orotraqueal!
Qual a
importância da aplicação da escala de coma de glasgow?
A pontuação na
GCS é frequentemente usada para orientar as decisões clÃnicas, como a necessidade
de procedimentos de imagem (como tomografia computadorizada) e a intensidade do
monitoramento necessário.
Em resumo, a
Escala de Coma de Glasgow desempenha um papel crucial na avaliação inicial e
subsequente monitoramento de pacientes com lesões cerebrais. Ela fornece
informações valiosas que ajudam os profissionais de saúde a tomar decisões
rápidas e apropriadas para otimizar o cuidado e o tratamento do paciente.